Tempo calmo
Nos campos dos sonhos
Calmaria depois da tormenta
A alegria não tarda em voltar...
Não cansa de tentar...
Adrentrar ao coração
Fé no recomeçar
No reconstruir, reeguer o orgulho
De crianças sem pais
E de pais sem crianças
Num horizonte de incertezas
Onde a natureza
Foi amiga e fiel algoz
O movimento no fundo do mar
Feroz
Varreu
Apagou
Destruiu
Dissolveu
Levou...
Mas não roubou o nem o sorriso
Nem a esperança
E nem a fé!
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